Na terça-feira (19/05) ocorreu uma reunião entre os sindicatos dos professores do Estado para avaliar posição do Sinepe (sindicato patronal) enviada por e-mail. O Sinepe travou a negociação devido a imposição em assinar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) apenas se o sindicato aceitasse retrocessos em direitos já garantidos.
O ponto principal do debate deteve-se na imposição da cláusula que reduz o intervalo do almoço de 1 hora para 30 minutos. “Reafirmamos de forma firme que não aceitamos a imposição dessa cláusula. Entendemos que houve descumprimento da fala anteriormente apresentada pelo sindicato patronal, sendo que os próprios e-mails trocados comprovam essa situação”, declarou a presidente do Sinproeste, professora Juleide Almeida Corrêa.
A presidente do Sinproeste também reforça que o sindicato não aceitará medidas que precarizem as condições de trabalho, fragilizem direitos ou coloquem a saúde da categoria em risco. “O Sinproeste não pode permitir qualquer retrocesso que atinja os trabalhadores e trabalhadoras da educação, especialmente uma medida que fere a dignidade humana ao reduzir o tempo mínimo destinado ao almoço e descanso”, expressa ela.
Diante da manutenção dessa postura patronal, o conjunto dos sindicatos de professores e técnicos administrativos do estado encaminharão mobilização da categoria, além de buscar mediação junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT). “Agora buscaremos a mediação no TRT referente às negociações com o Sinepe”, finaliza Juleide.
Fonte: Sinproeste








